Wolfire- Science: Paleontologia
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Rússia: ossos de mamute achados são da era glacial

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Especialistas de um museu de etnografia na região de Penza, na Rússia, identificaram os ossos de um mamute e concluíram que se trata de um achado da era glacial, informou hoje o Ministério da Cultura regional.


"Graças à valiosa coleção paleontológica de ossos, foi possível identificar que se tratam dos ossos da perna de um mamute, da tíbia e do perônio", acrescentou o Ministério da Cultura em comunicado, divulgado pela agência russa Interfax.

Os enormes ossos do mamute foram descobertos na primavera a uma profundidade entre dois e três metros por um morador da localidade de Vedenyapin (sudoeste da Rússia) após o deslizamento de um barranco.

O homem informou imediatamente sobre o achado ao museu de Penza, e os ossos passaram a integrar a coleção da seção de natureza. Os ossos têm grande valor científico, já que podem ser utilizados como material para análise genética que, por sua parte, pode responder a perguntas como idade, forma de vida e época em que o animal viveu, acrescenta o texto.

Em maio do ano passado, um filhote de mamute conservado foi descoberto por um pastor de renas na região de Jamal, na Sibéria, próximo ao rio Yuribel, perto de sua foz, no mar de Kara.

Segundo os cientistas, o animal tinha menos de 12 meses, media 1,3 m de altura e pesava cerca de 50 quilos quando morreu em um pântano há mais de 10 mil anos. A descoberta do bebê mamute teve especial importância para os especialistas porque o paquiderme se conservou íntegro no gelo eterno, tanto que até os olhos e a tromba estão intactos.

Fonte: http://noticias.terra.com.br

3 de junho de 2008


Uruguai mostra maior fóssil de roedor já encontrado

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O crânio do "Josephoartigasia monesi" foi apresentado no Ministério da Educação do Uruguai em Montevidéu. Trata-se do maior fóssil de roedor já encontrado. » Antártida abrigou vertebrados há 245 milhões de anos » Argentinos descobrem nova espécie de dinossauro » Rússia: ossos de mamute são da era glacial O "Josephoartigasia monesi" era um roedor que viveu há 4 milhões de anos. Ele pesava quase uma tonelada e tinha 2,5 m de comprimento do nariz à ponta da cauda, e 1,2 metros de altura, informa a agência Reuters.

Fonte: http://noticias.terra.com.br
10 de junho de 2008

Achado fóssil de peixe com quatro patas na Letônia

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Um fóssil muito bem conservado do peixe com quatro patas (tetrápode) Ventastega curonica, que viveu há mais de 300 milhões de anos, fornece novas pistas para compreender como foi a transição dos animais aquáticos para os terrestres, diz um estudo publicado hoje pela revista científica britânica Nature.

Uma equipe da Universidade de Uppsala (Suécia) descreveu o crânio, os ossos do ombro e uma parte da pélvis do Ventastega fossilizado, descoberto na Letônia.

Esta espécie tem o crânio como o de um tetrápode primitivo, mas suas proporções são mais parecidas com as de um peixe e sua mandíbula está a meio caminho entre ambos.

O Ventastega já passou por mudanças no formato da cabeça em relação a seus antepassados, com os olhos e lábios maiores e um crânio que começa a encolher.

Os cientistas afirmam que esta espécie preenche a lacuna morfológica evolutiva entre o peixe de nadadeiras lobadas (arredondadas) Tiktaalik e os tetrápodes primitivos, como o Acanthostega e o Ichtyostega.
Segundo a equipe de pesquisa, este estudo constata que estes animais se diversificaram muito antes do imaginado e ajuda a reconstruir a seqüência de eventos que possibilitou esta evolução animal.

A transição de animais vertebrados da água para a terra ocorreu durante o último período Devoniano - há entre 380 e 360 milhões de anos - e exigiu muitas mudanças fisiológicas e morfológicas.

Nos últimos 20 anos, os cientistas começaram a unir peças para saber como ocorreu esta transição, apesar de os avanços serem lentos por causa do estado precário no qual foram encontrados os fósseis, freqüentemente despedaçados.

Fonte:http://noticias.terra.com.br
25 de junho de 2008