Wolfire- Science: Neuropesquisas
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Pesquisadores criam sistema que traduz pensamentos e dispensa fala

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São Paulo - Audeo já controlou cadeira de rodas sem movimentos ou voz. Tecnologia favorece pessoas com deficiências motoras e de fala.

Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma tecnologia que processa sinais de pensamentos e permite a comunicação sem falas ou movimentos.

O Audeo é um leve dispositivo wireless que fica preso ao pescoço, sobre as cordas vocais.

Seu funcionamento começa com a tradução das frases no pensamento para sinais neurológicos. Estes sinais são enviados ao equipamento, codificados e transmitidos para serem processados em um PC.

O resultado é a tradução de idéias no computador, o que pode beneficiar tanto pessoas com deficiências motoras ou de fala.

Além disso, um novo hardware incorporado ao Audeo permitiu o controle de uma cadeira de rodas sem necessidade de movimentos físicos - apenas pensando em palavras.

A dupla desenvolveu também um método que compreende, além de palavras avulsas, falas contínuas - com alta precisão na leitura dos sinais neurológicos.



Publicada em 06 de setembro de 2007
Fonte : IDG Now!


Você vê o que eu vejo? Traduzindo ondas cerebrais em imagens

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Decodificador visual permite aos pesquisadores traduzir atividade de ondas cerebrais em imagens
Pode parecer ficção científica, mas uma nova pesquisa revela um algoritmo que pode traduzir a atividade na mente de seres humanos.

Cientistas da University of California, em Berkeley, relatam na Nature que desenvolveram um método capaz de decodificar os padrões em áreas visuais do cérebro para determinar o que uma pessoa viu. Não é preciso dizer que as implicações potenciais disso para a sociedade são imensas.

“Esse decodificador visual geral teria grande uso científico e prático”, afirma o pesquisador. “Poderíamos usá-lo para investigar diferenças de percepção de uma pessoa para outra, estudar processos mentais ocultos, como a atenção, e talvez até acessar o conteúdo visual de fenômenos puramente mentais, como sonhos e a imaginação”.

Os cientistas dizem que as tentativas anteriores de extrair “conteúdo mental da atividade do cérebro”, apenas lhes permitiram decodificar um número finito de padrões. Os pesquisadores apresentavam uma imagem para uma pessoa (ou pediam que ela pensasse num objeto) por vez e então procuravam um padrão de atividade cerebral correspondente. “Você precisava saber [de antemão], para cada pensamento que queria ler, que tipo de padrão de atividade o acompanhava”, diz John-Dylan Haynes, professor do Centro Bernstein de Neurociência Computacional em Berlim e do Instituto Max Planck de Cognição Humana e Ciências do Cérebro, não afiliado ao novo trabalho.

“O avanço apresentado aqui”, continua ele, “é que eles estabeleceram um modelo matemático que capta as propriedades da parte visual do cérebro”, as quais podem então ser aplicadas a objetos anteriormente não vistos.

11 de junho de 2008

Fonte: Scientific American Brasil